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Ambulatório de Uroginecologia

Os atendimentos desta nova subespecialidade tiveram início em agosto

Em agosto tiveram início no Hospital e Maternidade Brasil os atendimentos ambulatoriais de Uroginecologia. É uma subespecialidade da Ginecologia, que aborda as patologias do trato genital e urinário feminino. “As doenças tratadas pela Uroginecologia são várias, desde malformações congênitas genito-urinárias até distúrbios do assoalho pélvico, como a incontinência urinária feminina”, diz a Dra. Isabel
C. E. Sorpreso, Ginecologista e Obstetra do Hospital e Maternidade Brasil, especialista em Uroginecologia. Essa subespecialidade trabalha de maneira multiprofissional, ou seja, associada a outras, como Urologia e Proctologia, e ainda especialidades ligadas à reabilitação do assoalho pélvico, como a Fisioterapia. De acordo com a Dra. Isabel, as patologias mais atendidas no ambulatório são as disfunções miccionais (como a perda urinária) e as distopias genitais (quando um órgão pélvico não se encontra no seu local de origem), como por exemplo, a popularmente conhecida `bexiga caída`. “A queixa de perda urinária totaliza 10% dos atendimentos em consultório de Ginecologia geral”, afirma a médica. Incontinência urinária e distopia genital A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. Os principais fatores de risco associados são a idade e o número de partos durante a vida da mulher. O diagnóstico é clínico e alguns exames complementares podem ser solicitados a critério médico, como por exemplo, o Estudo Urodinâmico. O tratamento pode ser clínico e cirúrgico. “O tratamento clínico pode ser realizado nos casos de incontinência urinária leve, porém, nem sempre atende às necessidades da paciente”, explica a Dra. Isabel. A cirurgia para incontinência urinária pode ser feita por via abdominal ou por via vaginal. Os índices de sucesso na cirurgia podem variar na literatura médica de 60% a 90%. É importante determinar especificamente o tipo de incontinência urinária e definir individualmente para cada paciente o tipo de correção cirúrgica a ser feita. A distopia genital também tem como fator de risco o número de partos. As mulheres associam muito os
problemas de flacidez perineal - o períneo (pequena região que começa na parte de baixo da vulva e estende-se até a borda superior do ânus) com a perda urinária ou a cirurgia para correção do períneo à cirurgia para correção da incontinência urinária. “A mulher pode ter uma distopia (bexiga caída ou flacidez perineal) e nenhuma incontinência urinária ou o contrário; ela pode ter incontinência urinária e o períneo íntegro. É importante desmistificar e distingüir essas duas patologias”, ressalta a Uroginecologista. O tratamento clínico para as distopias genitais leves pode ser, entre outros, a realização de exercícios fisioterápicos para o fortalecimento do assoalho pélvico. “Nos últimos dez anos, com a evolução das técnicas cirúrgicas, o uso de telas sintéticas tem tido um crescimento importante devido à melhoria do material e aos avanços tecnológicos que permitem melhores resultados. Elas são usadas para incontinência urinária e também para correção de distopias genitais. As cirurgias convencionais ainda têm o seu espaço e indicações, tanto na Ginecologia geral quanto na Uroginecologia e outras especialidades.

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