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O uso de adoçantes

Estudos realizados em todo o mundo atestam ausência de riscos à saúde com relação ao uso de edulcorantes

O Brasil segue normas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para ingestão de aditivos alimentícios, como é o caso dos adoçantes. Dentre os edulcorantes (adoçantes) aprovados para consumo no País estão o aspartame, que é o mais comum, o acesulfamek, o ciclamato, a sacarina e a sucralase (artificiais) e o sorbitol, o manitol, o esteviosídeo e o xilitol (naturais). A tolerância no consumo dos edulcorantes
também está relacionada à quantidade necessária para adoçar os diferentes alimentos. O aspartame O aspartame é um edulcorante de alta intensidade: ele tem um poder adoçante cerca de 200 vezes maior
que o açúcar e um aporte calórico praticamente desprezível devido à pequena quantidade usada. Ele substitui o açúcar em alimentos ou bebidas diet (dietas com restrição de açúcar) ou light (teor reduzido de calorias) e em medicamentos. No mercado há 25 anos e aprovado em mais de 120 países, o aspartame é um dos aditivos alimentícios mais estudados quanto à segurança. Existem alguns mitos sobre o uso do spartame, mas uma grande quantidade de estudos comprova que não há relação entre o seu consumo e a incidência de quaisquer tipos de câncer e outras enfermidades. À exceção dos fenilcetonúricos, que devem evitar qualquer alimento fonte do aminoácido fenilalanina, não há restrição ao consumo. A legislação brasileira obriga que os alimentos que contêm aspartame tragam no rótulo a seguinte advertência em destaque e
negrito: Contém Fenilalanina.

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